Quinta, 21 de Setembro de 2017

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Sangue na urina - hematúria

Hematúria é a presença de células do sangue na urina, que pode mudar a cor da urina. Pode ser um sintoma de muitas doenças, algumas das quais também podem ser fatais. Saiba mais sobre hematúria …

 

 

Hematúria é um termo usado para indicar a presença de sangue, especialmente glóbulos vermelhos na urina. No entanto, às vezes as células brancas do sangue também podem ser encontradas junto com as células vermelhas do sangue. É geralmente um sintoma de problemas subjacentes dos rins e do trato urinário, como a presença de pedras, tumores ou infecções.

Tipos de Hematúria

Dependendo se a presença de sangue na urina pode ser visto a olho nu, hematúria é geralmente classificado em hematúria microscópica e macroscópica. Na hematúria microscópica, uma pequena quantidade de sangue é o presente que não muda a cor da urina e, portanto, podem ser detectados somente através de um microscópio. Geralmente, não é um sinal de alguma doença, como uma pequena quantidade de sangue pode ser encontrada na urina de quase todas as pessoas saudáveis. Mas, às vezes pode ser um sintoma de doenças doenças renais crônicas.

Em caso de hematúria macroscópica, a cor da urina é alterada para rosa ou vermelho devido à presença de sangue. Às vezes, os coágulos de sangue também podem ser encontradas na urina. Outro nome de hematúria macroscópica é a hematúria bruta.

Os sintomas de hematúria

O sintoma geral da hematúria é a presença de sangue na urina, e muitas vezes pode ser o único sintoma. No entanto, às vezes pode ser acompanhada de outros sintomas como: vontade de urinar com freqüência, dor durante a micção e também a dor no abdômen.

Causas de hematúria

Pode haver muitas causas para a presença de sangue na urina. No entanto, as causas comuns incluem a presença de pedras nos rins ou na bexiga urinária, aumento da próstata e infecção no trato urinário.

Hematúria também pode ser um sintoma de uma doença conhecida como “Doença da membrana basal fina. Esta doença é muitas vezes designada como hematúria familiar benigna. Esta doença é caracterizada por um afinamento da membrana basal dos glomérulos do rim. Esta é uma das causas mais comuns de hematúria macroscópica.

A bexiga é o órgão que armazena urina, e seu câncer também pode ser uma causa de hematúria. A hematúria pode ser um sintoma de câncer de rim. Carcinoma de células renais, um tipo comum de câncer do rim, que afeta o forro do túbulo proximal renal, pode resultar em hematúria. Estes túbulos renais são responsáveis pela filtragem do sangue e de produtos usados. Obstrução do trato urinário é outro fator causando hematuria. Na obstrução do trato urinário, o fluxo de urina é prejudicada que provoca distensão do proximal do trato urinário. Ela também pode resultar na distorção do trato urinário, e até mesmo insuficiência renal.

Síndrome nefrótica, uma série de sintomas dos transtornos associados com os rins também podem ser uma razão por trás hematúria. Nesta doença, pequenos poros podem ser encontrados no podocytes do glomérulo através do qual as células do sangue podem facilmente passar para a urina e, assim, causar hematúria.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico de hematúria geralmente começa com a análise do histórico médico dos pacientes, como história de pedras nos rins, a presença de coágulos de sangue na urina, dor ao urinar, doenças recentes, etc Então, é diagnosticada com a ajuda de exame de sangue e ultra-som. Ultra-sonografia do trato renal, geralmente é feita para determinar a fonte do sangramento. Raios-X ou a tomografia computadorizada pode ser realizada para descobrir a presença de pedras nos rins. Com o auxílio de cistoscopia e biópsia, pode-se determinar se a hematúria é causada por câncer da bexiga.

O tratamento da hematuira depende do fator específico causando isso. Se ela é causada por uma infecção, então ele pode ser tratada com antibióticos simples. Mas, se câncer ou tumores nos rins, ureteres, bexiga urinária ou câncer de próstata são responsáveis pela doença, então pode haver uma grande variedade de tratamentos, incluindo cirurgia. Por outro lado, hematúria, causadas por pedras nos rins e bexiga requer a remoção ou quebra das pedras.

Presença de sangue na urina ou hematúria muitas vezes não é considerado como um assunto de muita preocupação. Mas, não deve ser negligenciada e devidamente diagnosticada por um médico experiente, como ele pode ser um sintoma de doenças muito graves como o câncer ou tumores do rim, assim como do trato urinário.

30 dicas contra a ansiedade(alimentar)

1. A finalidade não é “deixar de sentir ansiedade” mas aprender a lidar com ela. 2. Fazer “regime” é grande fonte de ansiedade. “Regime” está ligado à punição, privação, frustração. É “tudo ou nada” ou a gente faz e “não come” ou não faz e devora o que vem a frente. Troque o “regime” por uma orientação nutricional personalizada, equilibrada e SABOROSA! Quem faz regime quer resultados para ontem...

3. Não tente abreviar o processo bancando a “faquir”, pulando refeições ou jejuando para “ir mais rápido”. Além de não adiantar, sua ansiedade será aumentada e você irá direto para o prato. Não fique sem comer por mais de 3 ou 4 horas. Favorece os ataques de comer.

4. É normal sentir ansiedade diante de situações novas e não previstas . Planeje, dentro do seu estilo de vida, horários aproximados e constantes para suas refeições e o que irá comer. Você se acostumará a sentir fome nestes horários.

5. Fome não é catástrofe! Quando senti-la, calma! Observe que sentirá sensações diferentes da “vontade de comer” (um certo vazio no estômago, às vezes fraqueza, etc). Não vá como uma doida para qualquer alimento. Aceite-a tranqüilamente como uma sensação saudável do seu organismo que você irá satisfazer com a comida que foi planejada, ingerida lentamente, muito bem mastigada, concentrando-se “com todos os sentidos”, saboreando cada bocado, fazendo pausas entre as garfadas. De quando em quando preste a atenção na sensação de saciedade que está aparecendo. Pergunte-se “ainda estou com fome?” Se estiver, coma um pouco mais, senão pare! ACOSTUME-SE A COMER PORQUE TEM FOME E NÃO PORQUE HÁ COMIDA DISPONÍVEL.

6. Claro que existem alimentos que devem ser ingeridos dentro de limites, mas não os elimine. Cuidado com “alimentos proibidos!” Dão muita ansiedade, tentação, depois culpa e sensação de “estar tudo perdido!” Não “tranque a boca!” Abra-a com RESPONSABILIDADE!

7. Pior que “sair da dieta” é “achar que saiu da dieta”. A culpa, a sensação de fracasso, leva a uma baita ansiedade que poderá levá-la a comer muito mais. O problema de um bombom a mais é levar à caixa toda, como forma de autopunição.

8. Aceite seus “escorregões”.Encare esses episódios com serenidade. Caiu? Levanta! Errou? Corrige! Falhas ocorrerão e deverão ser encaradas como oportunidades para aprendizagem!

9. INCLUA O PRAZER NA SUA DIETA E EM TODO O SEU ESTILO DE VIDA. Mudar estilo de vida é mudar hábitos. Um novo comportamento só irá se constituir um hábito se for prazeroso.Prazer na comida sim senhora! Comida monótona, ruim, sem gosto leva ao desânimo! AGORA, PRAZER NÃO É QUANTIDADE MAS QUALIDADE! É DADO PELO TEMPO EM QUE MANTEMOS PEQUENA PORÇÃO DO ALIMENTO EM CONTATO COM A PAPILA GUSTATIVA!

10. Da mesma forma, faça exercícios físicos que lhe dêem prazer. O melhor exercício é aquele que, mesmo cansada hoje, você sente vontade de fazê-lo amanhã e não o que é só uma obrigação chata que você não vê a hora de se livrar.

11. Não fique o dia todo pensando em sua dieta e maldizendo-se porque é gorda. Aprimore os outros aspectos da sua vida. Divirta-se, leia, encontre seus amigos! FAÇA! AUMENTE SUAS FONTES DE PRAZER! NÃO EVITE SITUAÇÕES “PORQUE ESTÁ GORDA”.

12. Pergunte-se o que você espera do emagrecimento! Não espere resolver todos os seus problemas adquirindo uma silhueta mais fina! O desapontamento pode ser grande...

13. Verifique se não está havendo uma “ligação direta” da ansiedade decorrente de dificuldades de resolver problemas no dia a dia com a comida. O único “problema” que a comida resolve é o da fome e da nutrição. Os demais precisarão de outras alternativas.

14. Cuidado com os falsos padrões de beleza, inatingíveis para a maioria das pessoas! A busca de um falso objetivo torna-se muito angustiante! Não existe beleza sem saúde e você pode ser bonita sim, sem renunciar à sua individualidade. Desenvolva uma “identidade estética!” Seja você mesma!

15. Fuja do mito do “peso ideal”. Troque-o por “PESO VIÁVEL”. Aquele clinicamente saudável, que a deixe bonita e que seja fácil manter. RESPEITE SEU TIPO FÍSICO.

16. DESENVOLVA SUA AUTO-ESTIMA OU ESTARÁ SEMPRE ANSIOSA E INSATISFEITA! Lembre-se que, tão importante como SER ou ESTAR bonita É SENTIR-SE BONITA! Beleza é uma questão de imagem e AUTO – IMAGEM!

17. Não tenha pressa para emagrecer. Você ficará ansiosa, frustrada, sempre com a sensação de que “não está dando certo” e daí para a comida é um pulo...

18. Cuidado com a “balançomania”. Pesar-se toda hora, todo dia traz enorme grau de frustração. A flutuação de peso é esperada e mal interpretada é realmente angustiante.

19. O stress é companheiro da ansiedade. Desenvolva mecanismos anti-stress. Pratique atividades prazerosas, alguma forma de relaxamento, alguma atividade esportiva recreativa e não competitiva, administre seu tempo. Faça aquilo que você pode realmente fazer em determinada situação. Não se preocupe com o que não pode ser feito! Não adiante nada e você ficará menos ansiosa. INCLUA-SE EM SUA AGENDA!

20. A compulsão alimentar é disparada pela ansiedade. Identifique os primeiros sinais de risco (pensamentos, situações, emoções etc) e faça algo que seja prazeroso e incompatível com ato de comer. Tenha consigo uma lista destas atividades e as acione ao primeiro sinal de ansiedade. Visitar ou telefonar para uma amiga, fazer uma atividade física, digitar um trabalho no computador, escrever, pintar ou fazer um trabalho de argila etc.

21. Adie o mais possível a satisfação do impulso de comer. Se ao sentir os primeiros sinais de ansiedade você der uma caminhada verificará que sua “vontade” de comer diminuiu! O tempo é seu grande aliado!

22. Não tenha alimentos de risco em casa. Se você sentir-se ansiosa para devorar chocolate e tiver que sair para comprá-lo ganhará tempo. Compre só uma unidade. Volte para casa, anote no seu diário alimentar que irá comê-lo. Espere cinco minutos e coma-o lentamente. O chocolate não foi proibido e o impulso foi bastante enfraquecido. Se estiver ansiosa por um bolo, prepare-o. Não o tenha em casa.

23. ALGUMAS FORMAS DE ANSIEDADE ALIMENTAR DECORREM DE PROBLEMAS PSICOLÓGICOS NÃO RESOLVIDOS: afetivos, conjugais, de relacionamento, sexuais, timidez excessiva, depressão, etc. NÃO EXITE EM PROCURAR AJUDA DE UM PROFISSIONAL. Muitas vezes estes fatores mantém uma obesidade e, tratados, levam a pessoa ao emagrecimento.

24. Determinados momentos da vida, mal avaliados, geram grande ansiedade. A mãe que criou seus filhos pode sentir-se “sem função”. Suas fontes de prazer escasseiam e a comida poderá ser priorizada. Se você criou e encaminhou seus filhos, parabéns! Mas a vida não acabou! Faça um curso, reuna suas amigas, vá a uma academia! Cultive outras formas de prazer!

25. VIVA O DIA DE HOJE! Ontem já se foi e o amanhã ainda não veio! O tempo é HOJE!

26. Valorize o que você já fez. Não fique lamentando o que não fez ou o que deveria ter feito!

27. Estabeleça metas viáveis. Por exemplo, começar a caminhar dez minutos todos os dias esta semana. Certamente poderá cumpri-las. Propostas do tipo “vou correr 10 km por dia”, se você é sedentária, são descabidas e causam frustração. Gratifique-se a cada meta conquistada!

28. Você deve emagrecer, por sua saúde, sua beleza, sua vontade. Não para agradar quem quer que seja. Desenvolva uma motivação interna.

29. VIVA ENQUANTO EMAGRECE. NÂO ESPERE EMAGRECER PARA VIVER.

30. COMA QUANDO TIVER FOME! NÃO COMA QUANDO ESTIVER ANSIOSA!

 

Fonte: http://www.tommaso.psc.br/site/artigos/?id_artigo=56

Hérnia Inguinal

 

Cirurgia Videolaparoscópica da Hérnia Inguinal

Aproximadamente 600 mil hérnias inguinais são operadas ao ano nos EUA. No Brasil, não há estatísticas. A maioria das intervenções cirúrgicas é realizada da maneira convencional. Algumas são realizadas por videolaparoscopia. A correção laparoscópica da hérnia inguinal é uma técnica que corrige, por meio de pequenos orifícios no abdome, as aberturas (hérnias) no músculo por onde escapa conteúdo abdominal. Esse método cirúrgico (videolaparoscopia) oferece menor dor no pós-operatório e retorno rápido às atividades habituais.

A HÉRNIA

As vísceras abdominais são contidas dentro da cavidade abdominal graças aos músculos e aponeuroses que dão a tonicidade da parede abdominal. Essa musculatura impede que as vísceras tenham contato direto com a pele. Uma hérnia ocorre quando há um ponto de fraqueza na parede abdominal. Nesse caso, o conteúdo da cavidade abdominal fica protuberante sob a pele, como uma bexiga que se enche, toda vez que o paciente realiza esforços. O volume diminui quando o paciente faz repouso. Essas hérnias podem causar dor e são fonte de problemas que podem levar a uma cirurgia de emergência. Há vários tipos de hérnia.

Os lugares mais comuns para surgir hérnias são a virilha (região inguinal), umbigo (umbilical ou peri-umbilical) e em pontos onde ocorreram intervenções cirúrgicas (incisional).

Qualquer pessoa pode ter uma hérnia. Hérnias em crianças são na maioria congênitas. Em adultos, as causas mais comuns são além da idade ou grandes esforços, em pacientes com problemas pulmonares crônicos onde existe a tosse persistente. Em pacientes do sexo masculino com problemas de próstata, onde há uma necessidade constante da prensa abdominal. Pessoas com problemas de intestino preso também podem apresentar hérnia com maior freqüência.

Geralmente, é fácil detectar uma hérnia. Há um aumento de volume na pele, bem localizado e amolecido. A hérnia aumenta com esforços -- peso, tosse, esforço ao urinar, evacuar ou excesso de tempo em pé.

A dor pode ser aguda do tipo “queimação” ou contínua, piorando ao final do dia.
Dor forte e contínua no local da hérnia, vermelhidão com aumento constante do volume podem ser sinal de que a hérnia está encarcerada ou estrangulada. Na presença desses sintomas, o médico deve ser imediatamente contatado.

TRATAMENTO

• Há poucas opções para o tratamento da hérnia.
• As fundas são raramente recomendadas e geralmente ineficientes.
• Quase a totalidade das hérnias requerem tratamento cirúrgico.

CIRURGIAS:

1. A primeira, ou tradicional, é feita de fora para dentro, ou seja, é realizado um corte na parede abdominal e corrigido o defeito com pontos, fechando o "buraco" por onde as vísceras saíam. Esta técnica pode ser realizada com anestesia local ou peridural (na espinha dorsal)

2. A segunda é realizada por via videolaparoscópica. Neste método, o orifício da hérnia é corrigido de dentro para fora, sem cortar a pele sobre a hérnia. Através de pequenos orifícios (3 ou 4) de 0,3 a 0,5 cm, são introduzidas cânulas para entrar na cavidade abdominal e fazer a cirurgia com auxílio de um monitor de vídeo. A hérnia é identificada e ressecada. É colocada uma tela sobre o defeito da parede abdominal e é fechada a porção exposta. Essa cirurgia é realizada com anestesia geral.

O método laparoscópico pode proporcionar ao paciente uma recuperação melhor com menor dor pós-operatória.

INDICAÇÃO LAPAROSCÓPICA

Somente o cirurgião pode determinar se a hérnia tem condições de ser corrigida por via laparoscópica. O método pode não ser o mais indicado para pacientes que sofreram cirurgias abdominais anteriores ou têm doenças crônicas associadas.

COMPLICAÇÕES DA CIRURGIA LAPAROSCÓPICA PARA HÉRNIA INGUINAL

• Infecção e a hemorragia (principais complicações em qualquer cirurgia) são raras em procedimentos laparoscópicos.
• Há pequeno risco de lesão de bexiga urinária, alças intestinais, vasos sangüíneos, nervos ou do cordão espermático.
• Dificuldade pós-operatória em urinar não é incomum. O problema é transitório. Em alguns casos, é necessária passagem de sonda de alívio.
• A hérnia pode voltar. Estudos mostram 4% de possibilidade de reincidência.

 

 

PREPARO DO PACIENTE EM CASO DE CIRURGIA:

• Jejum obrigatório de 12 horas antes da cirurgia.
• Exames pré-operatórios.
• O médico deve ser avisado se o paciente estiver usando qualquer medicamento.

APÓS A CIRURGIA

• Quando acordar da anestesia, o paciente ficará num local apropriado chamado de Centro Recuperação Anestésica, onde será monitorado até ser liberado para o quarto.
• A alta geralmente ocorre no dia seguinte à cirurgia.
• Entre 24h e 48 horas, o local da cirurgia pode ficar um pouco inchado.
• Evitar esforços físicos pelo período de duas semanas. Após esse tempo, o paciente deverá voltar progressivamente às atividades habituais.
• Se o inchaço persistir por mais de dois dias ou se necessitar tomar medicação para dor além de três dias, o cirurgião deverá ser avisado.

 

Fonte: http://www.cimamed.com.br/cirurgias.php?cod=1&id=3

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