Domingo, 20 de Agosto de 2017

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Métodos para o abandono do tabagismo

Se o fumante já apresentar sintomas de

 

Orientação realizada pelo médico: os profissionais da saúde orientam seus pacientes para que deixem de fumar, o que pode ser feito de uma forma breve ou de uma forma mais intensiva. As formas mais intensivas apresentam melhores resultados. Se o fumante já apresentar sintomas de anormalidades nas provas de função pulmonar, este poderá ser um forte argumento para convencê-lo da necessidade de abandonar o tabagismo, mas é preciso deixar bem claro que o fumante é quem deve decidir parar de fumar e o modo a ser utilizado para isso embora, como regra, é preferível aconselhar que a parada seja abrupta, ou tudo ou nada, devendo ser marcado o dia "D" desta parada.

 

É importante avaliar o suporte familiar - se o cônjuge ou outra pessoa de sua convivência é tabagista. Essa pessoa deve ser incentivada a entrar no programa também, ou pelo menos não fumar na presença de quem está parando de fumar. Aconselhamento comportamental individual e em grupo: ajuda os fumantes a deixar o cigarro, não havendo diferenças entre o aconselhamento individual e em grupo. Material de auto-ajuda: muitos fumantes deixam de fumar sozinhos. No entanto, mesmo que material com instruções e informações sobre os efeitos do fumo e de como deixar de fumar sejam importantes, mas não apresentam melhor resultado do que a intervenção de um profissional da saúde. Reposição de nicotina: o objetivo das terapias de reposição é repor a nicotina do cigarro, o que reduz os sintomas de abstinência associados a cessação do fumo.

Todas as formas disponíveis no mercado (adesivos, goma de mascar, e em alguns países, os inaladores de nicotina, spray nasal e tabletes sublinguais de nicotina) são efetivas como parte de uma estratégia para cessação do fumo. A reposição de nicotina aumenta em 2 vezes a probabilidade de abandono do fumo. Exceto por motivos de ordem médica, todos os fumantes podem usar a reposição de nicotina. A gravidez e a doença cardiovascular são contra indicações para o seu uso, e o seu emprego nestas situações deve ser avaliado pelo médico. Ansiolíticos e anti-depressores: o hábito de fumar parece em parte se dever a um déficit de dopamina, serotonina e norepinefrina, e que são aumentadas com o uso de ansiolíticos e anti-depressores. Ansiedade e depressão são sintomas de abstinência a nicotina, e algumas vezes, parar de fumar pode desencadear um quadro depressivo. Há pouco na literatura sobre o emprego dos ansiolíticos. Os anti-depressores, bupropiona e nortriptilina podem ajudar a cessar o fumo. Há evidencias promissoras de que a bupropiona seja mais eficaz do que a reposição simples da nicotina. Fonte: Ministério da Saúde